A criação da marca do Projeto Viva Marajó foi inspirada nas paisagens típicas do arquipélago. A imensidão do céu, dos rios e dos pastos é a característica mais marcante do lugar.
Suas ilhas amontoadas formam o “pingo do i” do Brasil: está lá e ninguém percebe, é o que afirma João Meirelles, coordenador do projeto. A sinuosidade dos rios e a regência das águas é representada pelo lettering.
Rio, verde, céu.
26 08 2010 às 12:31
admin
Quando a criatividade da juventude encontra o profissionalismo.
A Jambu Filmes é uma empresa composta de jovens talentos paraenses, o desafio aqui consistia em ser regional sem ser piegas. Uma empresa produtora de audio visual criativa e profissional.
Olhar> diafragma
vídeo> decomposição da luz
jambu, tacacá, Pará
(jovem) moderno x regional

29 07 2010 às 08:41
admin
Assistir a família em um atendimento personalizado e altamente especializado, a reprodução in vitro, os ciclos reprodutivos femininos, a divisão celular, o pai a mãe e o filho.
Estes foram os conceitos que orientaram a criação da Clínica de Repodução hunama Pronatus.
Além da marca a Mapinguari projetou palelaria, uniformes, fachada e sinalização. 
em breve postamos todo o sistema.
às 08:30
admin
Após matar o Design e gerar muitos comentários na rede o artigo cotado abaixo foi corrigido. Afinal não foi o Design que morreu.
Sentimos muito pelo falecimento do motociclista-designer que atingiu um cano mas não podemos deixar de comentar este fato tão comum.
Infelizmente o termo anglicalizado “Design” gera muitas dificuldades em seu entendimento.
Design é a profissão, designer é o profissional que atua na área. Pode-se dizer que alguém fez este ou aquele design, soa um pouco estranho, eu diria, o design daquela peça e daquele designer.
Cabe aos designers colaborar e incentivar quanto a utilização correta destes termos, esclarecendo sempre que possível os enganos, tão comuns.
A categoria de fazedores de designer cabe apenas às mães dos mesmos!
De A Gazeta Digital Ed 06/03/2010 11:57
Design gráfico morre em acidente em Sinop
O design gráfico Paulo Guilherme da Silva Fernandes de Santana, 18, morreu em acidente um acidente de trânsito na noite de sexta-feira (5), na cidade de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá). Ele pilotava uma moto 150 cc pela rua Enio Pipino, nas proximidades de um frigorífico, quando atingiu um dos tubos de concreto. O material seria usado para escoamento das águas pluviais, nas obras de duplicação da BR-163.
O local é uma espécie de acesso à rodovia, escuro e com muita lama. Uma testemunha informou para a Polícia Militar que Paulo freou, a moto deslizou e acabou atingindo o tubo. O impacto foi tão violento que Paulo morreu na hora.
O design estava indo em direção ao Alto da Glória quando houve o acidente. Ele trabalhava para uma empresa foto e vídeo. As causas do acidente começam a ser apuradas, bem como se havia sinalização no local e se os tubos estavam em locais adequados. Pouco depois do acidente, outro motoqueiro também acabou “escorregando” no local e caindo. Mas não se machucou.
O velório será em um memorial, na avenida das Embaúbas, no sábado. (Só Notícias)
16 03 2010 às 15:11
admin
Confiram ass 5 estratégias aprovadas na Pré-Conferência Setorial do Design http://culturadigital.br/setorialdesign/
Caros amigos foi um momento especial na História do Design. Designers das 5 regiões brasileiras construíndo as políticas públicas para a área do Design. Para ser lembrado.
Devemos aproveitar o momento e continuar a articulação nacional pelo fortalecimento do Design Brasileiro, lutando por sua memória, por sua inclusão na pauta nacional. E pela regulamentação.
Bora gente?
Os delegados da Pré-Conferência Setorial de Design aprovaram no último sábado (28/2) as cinco estratégias setoriais que devem ser apresentadas pelos representantes eleitos do setor na II Conferência Nacional de Cultura.
As estratégias fazem referência aos cinco eixos da Conferência Nacional de Cultura. Confira as propostas aprovadas aqui:
Eixo I – Produção simbólica e diversidade cultural
Instituir o registro da memória do design no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e financiar a criação de centros de memória do design brasileiro, que privilegiem a pesquisa, o resgate, a preservação, a conservação e a documentação, difundindo a produção do design nacional de forma descentralizada e com gestão integrada.
Eixo II – Cultura, cidade e cidadania
Fazer valer os direitos do cidadão ao design universal, previstos no Decreto Presidencial número 5.296/2004 e contemplados na NBR 9050/ABNT, compreendendo o design como elemento estruturante dos processos de planejamento e projeto urbano, por meio de mapeamento dos potenciais campos de intervenção do design na cidade e da aplicação de critérios de design em editais de compras, prestação de serviços e obras públicas.
Eixo III – Cultura e desenvolvimento sustentável
Criar incentivos fiscais ou adaptar os incentivos existentes para: empresas patrocinadoras de pesquisas, eventos e projetos que contemplem a ação do design pelo desenvolvimento sustentável; empresas que adotem o design na adequação de seus produtos a critérios de sustentabilidade; ações de formalização da indústria criativa e ações de criação de pólos de produção de design em áreas degradadas ou regiões estratégicas para o desenvolvimento regional.
Eixo IV – Cultura e Economia Criativa
Inserir o tema design como item financiável no Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do Fundo Setorial de Ações Transversais e de Equalização, da Renúncia Fiscal, além de outras fontes de fomento, contemplando projetos para as seguintes áreas e atividades: ensino fundamental e médio, museus, eventos de design, prêmios, concursos, promoção à memória, design público, design urbano, design social, design de informação, projetos de desenvolvimento sustentável, estudos, pesquisas, artigos e publicações, linhas editoriais e intercâmbio cultural nacional e internacional, entre outras.
Eixo V – Gestão e institucionalidade da Cultura
Garantir participação institucionalizada em todas as instâncias do Sistema Nacional de Cultura, assegurando: unidades específicas de Design nos órgãos gestores da Cultura; a presença dos representantes do design nos Conselhos de Política Cultural e Conferências de Cultura; ações de design nos planos de Cultura; recursos nos orçamentos e inserção do design no
Sistema Nacional de Informações e Indicadores da Cultura (Sniic) e nos programas de informação nas três esferas dos governos federal, estadual e municipal.
NOMES DOS DELEGADOS PARA A II CNC SÃO INDICADOS POR ACLAMAÇÃO
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por: Lauro dos Santos Mesquita, em Resultados no dia 28/02/2010
Nove dos dez nomes escolhidos para serem delegados setoriais do design na II Conferência Nacional de Cultura foram indicados por aclamação, sem passar por votação. As delegações de cada uma das cinco regiões, exceto o Sul, indicaram dois representantes da sociedade civil. Com apenas uma delegada, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina terão representação menor.
A plenária decidiu que a décima vaga deveria ser disputada por votação entre os profissionais de todos os estados. Foram quatro candidaturas e, ao final da escolha, a lista dos delegados ficou assim:
Centro-Oeste
José Merege, do Distrito Federal
Rejane Luiza, do Mato Grosso
Nordeste
Manoel Teles, do Ceará
Wagner Braga Batista, da Paraíba
Norte
Fernanda Oliveira, do Pará
Sâmia Batista, do Pará
Sudeste
Enil Almeida Brescia, de Minas Gerais
Patrícia Penna, de São Paulo
Sul
Ana Brun, do Paraná
10ª vaga
Bruno Lemgruber, do Rio de Janeiro
01 03 2010 às 16:13
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Fomos entrevistados na edição de dezembro do Museu A Casa sobre o trabalho de design participativo
confiram.
http://www.acasa.org.br/newsletter.php?id=166
31 01 2010 às 20:42
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Finalmente o Ministério da Cultura sinaliza seu interesse pelo Design,
Wollner foi agraciado com a medalha do mérito cultural:
Segue texto do Sinal- da ESDI
Na quarta-feira, 25 de novembro, em cerimônia realizada no Teatro
Oi Casagrande, no Rio de Janeiro, o designer Alexandre Wollner
recebeu a Ordem do Mérito Cultural. A insígnia é a mais alta distinção
brasileira na área da cultura e é concedida, a cada ano, a pessoas
e instituições cujo trabalho e produção representem realizações de
destaque, nos diferentes campos da esfera cultural. A cerimônia, que
teve a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro
da Cultura, Juca Ferreira, e de outras autoridades, foi seguida por um
jantar em homenagem aos contemplados. Alexandre Wollner, nascido
em 1928, \formou-se como designer na HfG-Ulm (Hochschule für
Gestaltung Ulm), depois de ter passado, ainda na sua São Paulo natal,
pelo IAC (Instituto de Arte Contemporânea do Museu de Arte de São
Paulo). Em Ulm, além de estudar, trabalhou com o designer Otl Aicher
no Entwicklungsgruppe 5. De volta ao Brasil, foi um dos criadores do
FormInform, primeiro escritório de design do país, e, em 1962, um dos
fundadores da Esdi. O trabalho de Wollner pode ser melhor conhecido
no livro Design visual 50 anos, que o designer lançou em 2003,
comemorando suas cinco décadas de atuação.
13 12 2009 às 13:44
admin
Nos dias 05 e 06 de novembro acontece na Anhembi Morumbi-SP o II Simpósio Brasileiro de Design Sustentável, o mais importante evento da área no Brasil. Nosso escritório foi oficialmente convidado para compor a programação, com palestra e mini-curso sobre a ferramenta de inovação social criada pelo Mapinguari, o Design Participativo. A programação também incluirá mesa-redonda com grandes nomes como de Carlo Vezzoli, Lia Krucken e Mugendi M’Rithaa, sendo o Mapinguari representado por Fernanda Martins.
Confira a programação na página oficial do evento.
09 10 2009 às 15:57
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este artigo sobre a identidade de empresas indianas toca em um ponto fundamental. Deve previlegiar a globalização ou os aspectos da cultura tradicional?
Está em inglês assim que possível coloco em português.
www.wolffolins.com/views/70/
07 08 2009 às 16:29
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A convite do Sebrae - Belém, o Mapinguari design está projetando o catálogo dos produtos da Associação Flor do Marajó - Tururi de Muaná. Nesta edição, o designer convidado foi Jum Nakao.
Seu estilo de trabalho é uma lição para muitos designers: o processo de descoberta e valorização da singularidade é o mais importante. Em primeiro lugar conheceu os gostos e talentos do grupo. Depois brincou com as cores fazendo sobreposições com a transparência do tururi. Finalmente definiu junto com o grupo as melhores peças, que foram batizadas com os nomes das integrantes da Associação.
Foi um grande prazer presenciar esse processo. Resta agora transmitir a sua essência da melhor maneira possível no catálogo.


Na sequência: o tururi de Muaná; sede da Coopeflor; a equipe do Sebrae trabalhando; Jum criando com a Dona Suely. Embaixo, Jum e o grupo nomeando participativamente a coleção.
às 16:18
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