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Confiram as 5 estratégias aprovadas na Pré-Conferência Setorial do Design

Confiram ass 5 estratégias aprovadas na Pré-Conferência Setorial do Design http://culturadigital.br/setorialdesign/

Caros amigos foi um momento especial na História do Design. Designers das 5 regiões brasileiras construíndo as políticas públicas para a área do Design. Para ser lembrado.

Devemos aproveitar o momento e continuar a articulação nacional pelo fortalecimento do Design Brasileiro, lutando por sua memória, por sua inclusão na pauta nacional. E pela regulamentação.

Bora gente?

Os delegados da Pré-Conferência Setorial de Design aprovaram no último sábado (28/2) as cinco estratégias setoriais que devem ser apresentadas pelos representantes eleitos do setor na II Conferência Nacional de Cultura.

As estratégias fazem referência aos cinco eixos da Conferência Nacional de Cultura. Confira as propostas aprovadas aqui:

Eixo I – Produção simbólica e diversidade cultural

Instituir o registro da memória do design no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e financiar a criação de centros de memória do design brasileiro, que privilegiem a pesquisa, o resgate, a preservação, a conservação e a documentação, difundindo a produção do design nacional de forma descentralizada e com gestão integrada.

Eixo II – Cultura, cidade e cidadania

Fazer valer os direitos do cidadão ao design universal, previstos no Decreto Presidencial número 5.296/2004 e contemplados na NBR 9050/ABNT, compreendendo o design como elemento estruturante dos processos de planejamento e projeto urbano, por meio de mapeamento dos potenciais campos de intervenção do design na cidade e da aplicação de critérios de design em editais de compras, prestação de serviços e obras públicas.

Eixo III – Cultura e desenvolvimento sustentável

Criar incentivos fiscais ou adaptar os incentivos existentes para: empresas patrocinadoras de pesquisas, eventos e projetos que contemplem a ação do design pelo desenvolvimento sustentável; empresas que adotem o design na adequação de seus produtos a critérios de sustentabilidade; ações de formalização da indústria criativa e ações de criação de pólos de produção de design em áreas degradadas ou regiões estratégicas para o desenvolvimento regional.

Eixo IV – Cultura e Economia Criativa

Inserir o tema design como item financiável no Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do Fundo Setorial de Ações Transversais e de Equalização, da Renúncia Fiscal, além de outras fontes de fomento, contemplando projetos para as seguintes áreas e atividades: ensino fundamental e médio, museus, eventos de design, prêmios, concursos, promoção à memória, design público, design urbano, design social, design de informação, projetos de desenvolvimento sustentável, estudos, pesquisas, artigos e publicações, linhas editoriais e intercâmbio cultural nacional e internacional, entre outras.

Eixo V – Gestão e institucionalidade da Cultura

Garantir participação institucionalizada em todas as instâncias do Sistema Nacional de Cultura, assegurando: unidades específicas de Design nos órgãos gestores da Cultura; a presença dos representantes do design nos Conselhos de Política Cultural e Conferências de Cultura; ações de design nos planos de Cultura; recursos nos orçamentos e inserção do design no
Sistema Nacional de Informações e Indicadores da Cultura (Sniic) e nos programas de informação nas três esferas dos governos federal, estadual e municipal.

NOMES DOS DELEGADOS PARA A II CNC SÃO INDICADOS POR ACLAMAÇÃO
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por: Lauro dos Santos Mesquita, em Resultados no dia 28/02/2010

Nove dos dez nomes escolhidos para serem delegados setoriais do design na II Conferência Nacional de Cultura foram indicados por aclamação, sem passar por votação. As delegações de cada uma das cinco regiões, exceto o Sul, indicaram dois representantes da sociedade civil. Com apenas uma delegada, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina terão representação menor.

A plenária decidiu que a décima vaga deveria ser disputada por votação entre os profissionais de todos os estados. Foram quatro candidaturas e, ao final da escolha, a lista dos delegados ficou assim:

Centro-Oeste

José Merege, do Distrito Federal
Rejane Luiza, do Mato Grosso

Nordeste

Manoel Teles, do Ceará
Wagner Braga Batista, da Paraíba

Norte
Fernanda Oliveira, do Pará
Sâmia Batista, do Pará

Sudeste
Enil Almeida Brescia, de Minas Gerais
Patrícia Penna, de São Paulo

Sul
Ana Brun, do Paraná

10ª vaga
Bruno Lemgruber, do Rio de Janeiro

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Em 2010…

NatalCard2009 - NatalCard2009

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Medalha para o Design Brasileiro - Ordem do Mérito Cultural para Alexandre Wollner

Finalmente o Ministério da Cultura sinaliza seu interesse pelo Design,
Wollner foi agraciado com a medalha do mérito cultural:

Segue texto do Sinal- da ESDI

Na quarta-feira, 25 de novembro, em cerimônia realizada no Teatro
Oi Casagrande, no Rio de Janeiro, o designer Alexandre Wollner
recebeu a Ordem do Mérito Cultural. A insígnia é a mais alta distinção
brasileira na área da cultura e é concedida, a cada ano, a pessoas
e instituições cujo trabalho e produção representem realizações de
destaque, nos diferentes campos da esfera cultural. A cerimônia, que
teve a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro
da Cultura, Juca Ferreira, e de outras autoridades, foi seguida por um
jantar em homenagem aos contemplados. Alexandre Wollner, nascido
em 1928, \formou-se como designer na HfG-Ulm (Hochschule für
Gestaltung Ulm), depois de ter passado, ainda na sua São Paulo natal,
pelo IAC (Instituto de Arte Contemporânea do Museu de Arte de São
Paulo). Em Ulm, além de estudar, trabalhou com o designer Otl Aicher
no Entwicklungsgruppe 5. De volta ao Brasil, foi um dos criadores do
FormInform, primeiro escritório de design do país, e, em 1962, um dos
fundadores da Esdi. O trabalho de Wollner pode ser melhor conhecido
no livro Design visual 50 anos, que o designer lançou em 2003,
comemorando suas cinco décadas de atuação.

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Design brasileiro leva ouro em Cannes com a identidade visual Havaianas

Calma, calma, ainda não fomos nós…. confiram a campanha da Identidade visual da Havaianas que levou ouro em Cannes. Simplesmente deliciosa!

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As novas tarefas do Design

O inglês John Thackara, especialista em políticas de sustentabilidade, acredita que criar uma sociedade melhor, e não apenas objetos para o lar, é a nova missão do design

O inglês John Thackara, aos 56 anos, é considerado um dos grandes nomes do design mundial. Mas Thackara, um verdadeiro guru, não desenha móveis ou artefatos para o lar. Ele integra uma nova geração de profissionais que tratam o design de outra forma, criando, no lugar de objetos para o uso cotidiano, um circuito, uma rede de relações capaz de redefinir o modo como as pessoas vivem e pensam o espaço que ocupam.
Para Thackara, que esteve no Brasil no final do último ano falando para profissionais brasileiros, “o papel do design agora é explorar e criar novos jeitos de lidar com atividades diárias, de maneira mais eficiente”, como disse em entrevista à BRAVO!.

Suas idéias foram aplicadas na França, Índia, EUA, Japão e, claro, na Inglaterra, onde está um caso exemplar de sua atuação: o projeto Designers of the Time, que durante um ano promoveu experimentos para testar maneiras de como a região nordeste do país poderia se tornar sustentável nas áreas escolar, do transporte, da energia, da saúde e da alimentação. Um grande exemplo foi o programa aplicado em Middlesbrough.

Essa cidade, de cerca de 142 mil habitantes, se tornou uma espécie de vitrine para o trabalho de Thackara. Lá, ele realizou uma série de ações a fim de diminuir a distância entre o que as pessoas comem e o lugar onde o alimento é produzido.

O objetivo era gerar uma economia em transportes e em energia (não seria necessário conservar os alimentos por um longo tempo, entre outras coisas) - além, é claro, de promover uma nova e mais saudável maneira de pensar as relações entre os moradores e a comida. Assim, profissionais passaram a ajudar os cidadãos a plantar o próprio alimento em pequenos, médios e grandes espaços urbanos.

Discretas caixas com terra, para serem postas perto das janelas das casas, foram distribuídas aos moradores. Também foram feitos plantios em terrenos livres dentro da cidade. Uma “Assembléia para a Alimentação” foi criada para coordenar todo o projeto.

“Middlesbrough é uma cidade ex-industrial tradicional, tem passado por dificuldades econômicas incríveis nos últimos 20 anos. Pensando sobre os novos caminhos do que pode ser uma cidade, trabalhamos com mil cidadãos ali, em um experimento simples. Propus a seguinte questão: seria possível cultivar alimentos dentro dos limites do condado? No fim desse primeiro ano foi possível preparar uma refeição para 7 mil pessoas apenas com alimentos produzidos dentro dos limites de Middlesbrough”, diz Thackara, lembrando que mesmo nas políticas oficiais que tocam na questão da sustentabilidade alguns temas terminam sendo esquecidos.

“No caso de Middlesbrough, a cidade já tinha planos e estratégias para os próximos 20 anos, mas até o nosso projeto existir, não se incluía ali a palavra alimento e nenhum arquiteto ou autoridade havia pensado sobre a comida até então. Depois de descobrir, a partir do experimento, que a alimentação é uma parte importante da sustentabilidade, a cidade está pensando que o cultivo, a distribuição, a preparação e o consumo de alimentos precisam fazer parte de seus planos.”

A BOLHA
Outro exemplo desse design que busca mudar os hábitos de uma comunidade está no programa Alzheimer’s 100. Nele, Thackara passou a trabalhar com a Alzheimer’s Society da Inglaterra a fim de implantar um sistema para o auxílio de pacientes com o mal de Alzheimer.

Entre as medidas está a criação de espaços (como o Dementia Café, com palestras e encontros) para proporcionar às pessoas que lidam com os doentes um apoio constante, enquanto os pacientes passam a integrar workshops com artistas a fim de aproximá-los da arte. Mais uma vez, a missão do design é criar novas e mais ricas relações entre o cidadão, o espaço e a sociedade.

“Meu trabalho é, em geral, no ambiente do design”, explica Thackara. “Não é que eu acredite não ser relevante desenhar objetos, mas precisamos repensar o propósito do que o design está produzindo. E o mais importante é fazer com que os designers parem de fazer tudo sozinhos. Eles têm que sair de seus estúdios. Mais do que desenhar coisas, o novo conceito do design é procurar por maneiras de executar atividades diárias de jeitos melhores.”

Seu livro In The Bubble: Designing in a Complex World (”na bolha: fazendo design em um mundo complexo”, ainda sem tradução no Brasil) resume os dez anos de experiência de Thackara na área, e funciona como um guia para entender as mudanças pelas quais o design passa hoje, mostrando as novas funções propostas pelo designer inglês.

Muitas delas - como a Movement, procurando aproximar o cidadão do transporte público por meio de ações educativas, como ensinar as pessoas a medirem o tempo gasto de um trajeto a outro em uma cidade, indicando ser possível deixar o carro em casa - se voltam para o uso racional da energia.

John Thackara fala dessa necessidade: “É totalmente possível levar o mundo como ele ainda é por 20 anos usando a energia que nós temos hoje. Mas a energia vai ficar incrivelmente cara. E enquanto alguns países continuarem crescendo 30% ao ano, com sua demanda por energia subindo rapidamente, a disponibilidade de energia vai se tornar cada vez menor. Nos últimos 150 anos, a sociedade industrial cresceu nessa incrível velocidade à base de energia dos combustíveis fósseis. Nós agora chegamos ao limite da produção de energia fácil”.

Após vencermos esses desafios teremos no futuro um mundo diferente, com designers diferentes? “Designers tradicionalmente produzem coisas. Mas se a sustentabilidade significa menos coisas, então quais são as novas tarefas do design? Explorar essa questão é o meu trabalho.”

John Thakara acaba the publicar, “In the Bubble” em português, o título foi adaptado para DESIGN E AS ALTERNATIVAS VIAVEIS EM UM MUNDO COMPLEXO

Texto de Mariana Shirai - Revista Bravo - 02/2008

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MANIFESTO POR UM DESIGN BRASILEIRO - Subscrevam!

Em setembro de 2008, durante a realização da primeira Brazil Design Week no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, foram discutidos assuntos da maior importância para a cena atual do Design Brasileiro, e conclamou-se a realização de um encontro das associações nacionais e regionais de design para, junto com outras entidades de promoção da área, discutir-se uma pauta comum de atuação nacional que visasse o reconhecimento e o crescimento ordenado da atividade no país.

Esta conclamação resultou no encontro promovido pelo Centro Design Rio na sede do Instituto Nacional de Tecnologia no Rio de Janeiro, em 28 de novembro de 2008, onde representantes da ABEDesign, ADP, ADG Brasil, APDesign-RS, Adegraf-DF, Centro Design Rio e outros convidados (Firjan, Secretaria de Desenvolvimento do Estado do RJ, ESDI), propuseram a criação de um fórum de discussão permanente e de representação conjunta de todas as entidades associativas ligadas ao design no país, sempre que isso se fizer necessário, no encaminhamento de questões com o poder público e com a sociedade.

Foi criado então o Fórum Brasil Design, que se propõe a congregar e representar todas as associações profissionais e acadêmicas da área, além dos centros de promoção de design do pais. Esse fórum tem por principal objetivo a defesa dos interesses e o crescimento do Design Brasileiro, seja regional, nacional ou internacionalmente, agindo como principal representante da categoria, com apresentação e voz única no encaminhamento e defesa de suas pautas maiores.

O Fórum mantém a identidade e independência de cada um de seus componentes, ajudando-os na sua organização, estimulando o seu crescimento e fortalecimento junto à comunidade de designers e à Sociedade Brasileira. Por sua vez, seus componentes se comprometem a seguir e apoiar com todos os recursos disponíveis este manifesto, a agenda e as metas do Fórum.

O Fórum Brasil Design lutará, entre outras coisas, pelo reconhecimento do Design como ferramenta fundamental na construção de uma sociedade mais sustentável nos seus aspectos econômico, social, cultural e ambiental e, portanto, entendido, respeitado e fomentado por entidades governamentais, educacionais, federações, associações e outras entidades representativas.

O Fórum Brasil Design terá como base da sua atuação os seguintes princípios:

Por um Design Brasileiro ético.

Por um Design Brasileiro identificado pela criatividade, qualidade e profissionalismo, produzido por designers qualificados, desenvolvendo de forma responsável objetos, sistemas, serviços e mensagens que atendam a requisitos estéticos, funcionais e comerciais.

Por um Design Brasileiro social, econômica e ambientalmente sustentável, que atue na melhoria da qualidade de vida e do quadro social e ambiental, colocando-se um passo adiante das demandas atuais em benefício desta e das próximas gerações.

Por um Design Brasileiro reconhecido pela Sociedade como um elemento fundamental para o seu desenvolvimento, na construção de valores e no fortalecimento da imagem nacional através do uso efetivo do design nos negócios e no setor público.

Porque o Brasil precisa de Design.

Fórum Brasil Design
www.forumbrasildesign.org.br

Março de 2009

Autores do manifesto:

Bruno Lemgruber, ADG Brasil
Daniel Kraichete, Centro Design Rio
Ernesto Harsi, ADP
Freddy Van Camp, ESDI/UERJ
Gabriel Patrocínio, ESDI/UERJ
Gustavo Gelli, ABEDesign
Wagner Alves, Adegraf-DF

Entidades apoiadoras do lançamento do manifesto e da criação do Fórum Brasil Design:

ABEDesign, Associação Brasileira de Empresas de Design
Adegraf-DF, Associação dos Designers Gráficos do Distrito Federal
ADG Brasil, Associação dos Designers Gráficos do Brasil
ADP, Associação dos Designers de Produto
AEND Brasil, Associação de Ensino e Pesquisa de Nível Superior do Brasil
ANPED, Associação Nacional de Pesquisa em Design
APD-PE, Associação dos Profissionais de Design de Pernambuco
APDesign-RS, Associação dos Profissionais em Design do Rio Grande do Sul
Associação Ceará Design
Centro Design Rio
Red Latinoamericana de Diseño
SBDI, Sociedade Brasileira de Design de Informação
SC Design, Associação Catarinense de Design

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A nova identidade do Banpará, ou aonde estava o dinheiro que deixei aqui?

Já haviamos ouvido uns boatos e esperávamos a novidade. Bem, foi lançada a nova marca do Banpará (ou será logomarca?). Mais um equívoco de simbolo e logotipo destas eras no Pará.

Segundo o anuncio no jornal, além de “moderna e mais bonita ela reflete a solidez e a tradição do Banco” ….(retirado do anúncio do Liberal de domingo, dia 16 de novembro). Hummm, sei…

Banpará - h marca 1

Bem, a gente fica por aqui pensando, refletindo… Marca de banco, sabe? Aquela instituição onde a gente deposita o nosso dinheirinho. Segurança, seriedade e confiança devem estar representadas com certeza. Analisando o resultado o que se vê é um quadrado vermelho de onde foi retirado um “B” maiúsculo resultando num oco, vazio. Neste oco entram (ou saem?) duas argolas inclinadas, parecendo uma mola, talvez um arroubo influenciado pelo famoso swash da Nike, (quem saberá dizer?).

O lettering eliminou o espaço entreletras e o resultado com certeza levará a problemas de redução do conjunto símbolo/logotipo. Isso sem falar na escolha de uma fonte com a Eras como fonte institucional, uma fonte desenhada nos primórdios do computador, em 1976, porque será que o publicitário paraense não se dá ao trabalho de conhecer fontes modernas de alta qualidade que têm sido recentemente desenvolvidas?

Conceitos como modernidade são dificeis de representar e, pior, o moderno é algo que muda com uma rapidez extraordinária. Aonde esta a solidez? no oco do B? Qual o conceito que levou às duas argolas? Um B manuscrito? Demonstrar movimento? Num banco onde se pretende solidez?

Uma coisa é certa, de dois anos para cá as marcas que surgem no mercado paraense estão se esmerando pela falta de qualidade de projeto. As escolas de design estão lançando profissionais no mercado, quando é que será permitido ao designer paraense espaço para a verdadeira atuação? Evoluir sim, involuir não.

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